Os principais recortes estarão reunidos aqui. As melhores matérias do UEC, veiculadas nos principais jornais de Salvador, poderão ser lidas e analisadas através do nosso Clipping de matérias. Confira!
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| Idiomas da Inclusão - Jornal Correio da Bahia - 30/07/2002 |
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O UEC, escola de inglês e espanhol continua desenvolvendo ações de cunho social voltadas para a educação de jovens assistidos por instituições como o Projeto Axé, Escola Pracatum e OAF – Organização de Auxílio Fraterno. O programa chama-se UEC Social Community e destinou, em 2001, cerca de 50 bolsas integrais para os alunos ou educadores destas instituições.
“Nosso sonho é que um jovem carente que chegar aqui faça todos os cursos de graduação e pós-graduação; se qualifique como professor e vá multiplicar os seus conhecimentos dentro da sua comunidade, além de se transformar em um profissional do mercado”, conta o diretor do UEC, Nô Brito.
Na parceria firmada com o Projeto Axé, a escola oferece seus cursos para os educadores, que se transformam em multiplicadores dos conhecimentos adquiridos. Além das bolsas oferecidas, a escola já contratou 11 jovens da Instituição para as áreas de serviços gerais e apoio, alguns cursando inglês. A iniciativa existe desde o começo do Projeto Axé.
Para a Escola de música Pracatum, uma iniciativa do músico Carlinhos Brown, que mantém cursos para cerca de 123 jovens do bairro carente do Candeal Pequeno, foram destinadas 12 bolsas no ano passado. O diretor, Nô Brito, explica que, como estes jovens vêm de uma realidade social bem diferente do público que freqüenta os cursos do UEC a escola identificou que seria necessário um curso preparatório. Assim sendo, a coordenação pedagógica formatou uma turma especial para prepará-los para o método de ensino, que é baseado com discussões cotidianas. “Sabemos que o universo de um jovem de baixa renda é diferente do aluno que freqüenta o UEC. Esta preparação foi importante para que as diferenças sociais, culturais e de nível de escolaridade não sejam conflitantes, mas sim enriquedoras”, explicou.
O apoio à OAF foi iniciado no ano passado e deverá ser ampliado em 2002. “Numa instituição que atende cerca de quatro mil jovens carentes, o que mais motiva no trabalho é a satisfação de ver o retorno dessas ações”, disse Margot Azevedo, diretora do núcleo UEC de produção, referindo-se à contribuição que o projeto gerou as duas estudantes, Irene Lima de Azevedo, 19, cursa o terceiro ano do segundo grau e pretende ser aeromoça. Com a bolsa conquistada no UEC, o sonho ficou muito mais perto, já que o inglês para esta profissão é indispensável.
Para Milene Barros Alves, 20, outra beneficiada da parceria do UEC com a OAF, a mesma experiência é percebida na profissão que escolheu. Milene está no terceiro ano do curso de turismo e o idioma inglês será fundamental para sua formação profissional. A bolsa chegou em boa hora e vai ajudar muito, já que não tenho condições de pagar um curso como este”, afirmou.
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